Estou levando doces para Alba.
Na cesta,
brigadeiros, paçocas roubadas, balas de caramelo,
um baú de histórias recortadas,
e todos os sorrisos despreocupados que ela nos roubou.
Estou costurando um balão para ela,
para que derrame sua graça no ar,
encante com seus trejeitos os pássaros
e compartilhe seu brilho com as estrelas.
Nunca a vi com uma roupa escura.
Só uma saia preta,
mas as flores vermelho vibrante da estampa gritavam,
“esta saia pertence à Alba”.
suas roupas sintonizam-se com a alma:
clara, iluminada, leve
de quase voar para longe do corpo.
Mas não voa.
Pois o corpo diz:
"quero-lhe, alma de Alba,
para dar-lhe a graça de desfrutar dessa comunhão
que somos ambos,
corpo & alma.”
A ela, que diz:
“De-li-ci-nha!”
Delicinha é poder lhe levar essa cesta de doces,
na qual vão pedacinhos de corações,
um consideravelmente grande do meu.
Estou levando uma cesta de doces para Alba,
mas quando volto, é minha alma que se encontra açucarada,
pelo encontro com tão singular insanidade sã.
Eu dissertaria sobre sua importância nas vidas pelas quais passa, Alba.
Mas aqui se encontra uma singela poesia
para cobri-la de flores e dar-lhe o melhor doce,
que é o das palavras sinceras.
Dedico-a a você,
que é poesia completa,
e assim como Drummond e Adélia,
mereceu comentários angelicais ao nascer.
mas quando volto, é minha alma que se encontra açucarada,
pelo encontro com tão singular insanidade sã.
Eu dissertaria sobre sua importância nas vidas pelas quais passa, Alba.
Mas aqui se encontra uma singela poesia
para cobri-la de flores e dar-lhe o melhor doce,
que é o das palavras sinceras.
Dedico-a a você,
que é poesia completa,
e assim como Drummond e Adélia,
mereceu comentários angelicais ao nascer.
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