sexta-feira, 13 de julho de 2012

Cansaço, sem estardalhaço.



 Minh’alma agoniza.
Em cada nota desse violão,
em cada grito.
Por cada coração
que me foi perdido.
Também pelo meu,
despedaçado.
Nesses pedaços quentes, pulsantes, doloridos.
Cansados. Vivos e inflamados.

É o pensar que agoniza,
e o não pensar é impensável.

Eu quero mesmo é esquecer o discurso inflamado,
os sentimentos entrelaçados.
Deitar numa cama e deixar meu coração repousar.

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