Minh’alma agoniza.
Em cada nota desse violão,
em cada grito.
Por cada coração
que me foi perdido.
Também pelo meu,
despedaçado.
Nesses pedaços quentes, pulsantes, doloridos.
Cansados. Vivos e inflamados.
É o pensar que agoniza,
e o não pensar é impensável.
Eu quero mesmo é esquecer o discurso inflamado,
os sentimentos entrelaçados.
Deitar numa cama e deixar meu coração repousar.

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